Stella Artois combina pratos franceses e japoneses em novo Fechado Para Jantar

Chefs Raphael Despirite e Telma Shiraishi se completam em cardápio de evento exclusivo em SP 

Comer é também se divertir, aproveitar a vida e novas experiências. Por que não combinar numa mesma noite o melhor de duas culinárias peculiares em cardápio assinado por dois chefs que são referência no universo gastronômico de São Paulo? É
o que Stella Artois apresenta na nova edição do Fechado Para Jantar nos dias 21, 22 e 23 de setembro, um evento quase secreto, que reúne arte e boa gastronomia sempre em um espaço icônico de São Paulo.

Raphael Despirite e Telma Shiraishi se complementam em cardápio que combina pratos franceses e japoneses. Telma, chef do Aizomê, um símbolo da cozinha japonesa em São Paulo, reproduz nos seus pratos um toque delicado e livre em que a tradição
dos seus antepassados convive muito bem com técnicas francesas.

Para Despirite, França e Japão se entendem muito bem quando se encontram numa cozinha. “Ambas culturas gastronômicas são muito técnicas e tradicionais e baseadas em ingredientes de qualidade. Desde os anos 80 uma grande quantidade
de chefs estrelados franceses abriu restaurantes no Japão e muitos japoneses foram pra França aprender sobre a cozinha francesa. Há um intercâmbio imenso entre as duas cozinhas”, comentou o chef do Marcel, referência em culinária francesa em São Paulo desde
1955.

Toda a dedicação do chef à culinária francesa não tira dele a curiosidade e vontade de aprender mais sobre outras técnicas. Em recente viagem ao Japão, seu elo com a culinária de lá só aumentou. “Sou um apaixonado por cozinha
japonesa e a viagem ao Japão me fez ainda mais entusiasta”, comentou.

“Creio que juntamos duas grandes referências clássicas na história da gastronomia, uma do Ocidente e a outra do Oriente. Achei muito curioso descobrir há pouco tempo atrás que o rei Louis XIV adorava temperar sua comida com shoyu. Sempre
houve uma grande admiração mútua entre os dois países, seja nas artes, na cultura e, é claro, na culinária. Os chefs de um lado sempre buscaram inspiração, novos sabores e técnicas no outro. não conheço um chef francês que não tenha declarado sua profunda
admiração pela culinária japonesa”, conta Telma. 

Raphael trabalhou e estagiou em importantes restaurantes pela Europa e é um dos chefs brasileiros mais influentes de sua geração. Desenvolve projetos pioneiros como o Fechado para Jantar, que sempre agrega outros grandes
nomes, como a chef do Aizomê.

“A Telma é uma chef especial, seu restaurante é um dos poucos japoneses de São Paulo que transita perfeitamente entre o sushi e as receitas quentes, entre uma cozinha autoral e inovadora e a tradicional japonesa”, analisa
Raphael.

Telma concorda e também fala do toque francês na sua cozinha. “Percebe-se o toque francês nos molhos mais ricos alternando com preparações mais puristas. E eu adoro flambar as coisas à la Escoffier, só que com saquê. Mas o que é mais importante
e comum às duas culinárias é o grande apreço pelos ingredientes sazonais e locais. Gosto de pensar que meu trabalho é mais no sentido de garimpar e emoldurar ingredientes”.

O Fechado Para Jantar sempre conta com um menu contemporâneo. Reúne música ao vivo, outras formas de arte e um ambiente repleto de pessoas interessantes, apegada a detalhes e cheias de histórias para contar, exatamente o
que Stella Artois propõe. Viver a vida com prazer, aproveitando todos os momentos de forma única. 

“Será uma experiência única poder juntar um descendente das tradições francesas com uma descendente das tradições japonesas. O tempero especial com certeza é a ginga brasileira e a identidade única que cada um de nós desenvolveu crescendo
nesse país multicultural e em um mundo globalizado. Esperamos que todos vivenciem nossas histórias sendo contadas nesses pratos”, finaliza Telma

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